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GDF recebe mais R$ 697 milhões de lucro da CEB

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O Governo do Distrito Federal (GDF) recebeu na manhã desta terça-feira (26) R$ 697.340.066,62 da Companhia Energética de Brasília (CEB). O repasse dos recursos, provenientes de juros sobre o capital próprio e dividendos da empresa, foi feito simbolicamente pelo presidente da companhia Edson Garcia ao governador Ibaneis Rocha, no Palácio do Buriti.

O lucro líquido ajustado foi alcançado, principalmente, pela venda da CEB Distribuição, uma das subsidiárias da holding

Os dividendos representam uma parcela do lucro líquido de uma empresa que é destinada aos acionistas como forma de remuneração. O GDF detém 80% das ações da CEB, enquanto os outros 20% são dos sócios minoritários da companhia – que lucraram R$ 171.878.490,07.

O montante repassado é o maior valor pago de dividendos que uma empresa pública fez ao seu controlador na história do Governo do Distrito Federal. O lucro líquido ajustado foi alcançado, principalmente, pela venda da CEB Distribuição, uma das subsidiárias da holding. O leilão foi realizado em dezembro do ano passado pelo valor de R$ 2,215 bilhões e a transferência de controle acionário ocorreu em 2 de março de 2021.

“Isso será extremamente útil para que o governador Ibaneis dê prosseguimento ao seu relevante programa de investimentos para a sociedade brasiliense, com obras de infraestrutura viária, programas sociais ou melhorias de todos os aspectos, como na saúde ou em educação”, disse o presidente da CEB Holding, Edson Garcia.

O valor total de R$ 869.218.556,69 é relativo a 75% do resultado do primeiro semestre de 2021. Em 14 de maio deste ano, a CEB Holding fez o pagamento dos dividendos relativos ao resultado de 2020, no qual o GDF recebeu R$ 444.323.684,82, e os minoritários, R$ 109,5 milhões.

Fonte: Governo DF

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Vice-governador Paco Britto é homenageado pela Assespro

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O vice-governador Paco Britto foi homenageado com troféu, na noite desta quarta-feira (1°), durante solenidade comemorativa aos 45 anos da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro). O evento, realizado no Centro Empresarial de Brasília, reuniu cerca de 150 convidados, entre empresários, parlamentares, secretários e dirigentes do setor de TI de todo o Brasil.

Distrito Federal é o terceiro maior mercado de TI do Brasil – são cerca de 30,3 mil vagas nas áreas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) | Foto: Jaqueline Husni/Agência Brasília

Com mais de 2,5 mil empresas associadas em todos os estados do Brasil e com regionais em 13 estados da federação, a associação é a mais antiga – foi fundada em 1976, com sede em Brasília – e tem a maior representatividade em âmbito nacional referente às empresas brasileiras do setor – principalmente, em relação às pequenas e médias empresas.

No discurso, Paco Britto comentou sobre o mercado promissor de Tecnologia da Informação (TI) no Distrito Federal. “Brasília é um celeiro de novas empresas de TI. Já é uma realidade. O governo Ibaneis Rocha e Paco Britto tem um olhar especial para a TI do Distrito Federal”, frisou, dirigindo-se ao vice-presidente de Articulação Política da Federação Assespro, Cristian Tadeu, presente à cerimônia.

Redução de alíquotas

Paco ressaltou ainda sobre a redução de alíquotas praticada nesta gestão. “Eu tive a oportunidade de anunciar a redução, no primeiro ano de governo, das alíquotas, para que pudéssemos ficar competitivos junto a outros estados”, lembrou, acrescentando que as entidades que representam essa “população de trabalhadores é uma grande máquina de arrecadação de tributos para o Governo do Distrito Federal”.

Para o presidente da Federação Assespro, Ítalo Nogueira, um dos principais desafios do setor nos próximos anos é a falta de profissionais no setor, agravada ainda mais durante o período da pandemia de covid-19.

Segundo o Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal (Sinfor/DF), o Distrito Federal é o terceiro maior mercado de TI do Brasil – são cerca de 30,3 mil vagas nas áreas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Ainda de acordo com o sindicato, durante a pandemia, foram abertas por volta de 2 mil empresas de informática e de TI. Mas apesar do crescente número de vagas disponíveis, ainda há falta de mão de obra qualificada para atender ao mercado.

Fato este que foi corroborado por Cristian durante a leitura de um manifesto, para marcar a data comemorativa da Assespro. O teor do documento foi resultado de uma reunião do Conselho de Administração, realizada na manhã desta quarta-feira (1°), em defesa de políticas públicas que evitem o apagão de mão de obra do setor. “O momento exige união para evitar o apagão tecnológico”, resumiu.

Também foi citada nos discursos, pelos dirigentes, a competitividade tecnológica do país, bem como a geração e preenchimento de empregos de qualidade. Ao longo dessas quatro décadas, a entidade vem defendendo os interesses das empresas nacionais e a indústria nacional da Tecnologia da Informação.

Integração

Representante do setor junto aos governos municipais, estaduais e federal, bem como a sociedade, e perante as instituições de ensino, a Assespro tem o objetivo de integrar a comunidade acadêmica com a empresarial e contribuir para formação de pessoal capacitado para as demandas do mercado.

A Assespro foi criada com o intuito de representar de forma distinta e empreendedora, empresas privadas nacionais produtoras e desenvolvedoras de software, produtos e serviços de tecnologia da informação, telecomunicações e internet.

Com informações da Assespro

Fonte: Governo DF

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