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Valor bruto da produção agropecuária de Goiás deve ser 5º maior do país

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A agricultura deve oferecer a maior parcela de contribuição para o crescimento do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de Goiás, em 2022. Nova estimativa divulgada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) aponta que o VBP total do Estado deve chegar a R$ 112 bilhões neste ano, crescimento de 5,6% na comparação com o ano passado.

Com o resultado, Goiás fica na quinta posição do ranking, que inclui os estados e o Distrito Federal, com participação de 9% no VBP total brasileiro. Na última rodada de divulgação do indicador pelo Mapa, em maio, o VBP total goiano foi projetado em R$ 111,8 bilhões.

Sozinha, a agricultura deve responder por uma fatia de R$ 80,2 bilhões do VBP total do Estado. O crescimento em relação ao ano anterior está estimado em 12,3%, quase o dobro da taxa de expansão do segmento em nível nacional, que é de 6,5%.

O principal destaque do VBP agrícola goiano é a soja, com R$ 42,9 bilhões (+13,5%). O milho deve atingir R$ 15,4 bilhões (+1,3%). A cana, R$ 12,4 bilhões (+11,1%). O tomate tem VBP estimado em R$ 4,9 bilhões (+41%) e o algodão, em R$ 785,3 milhões (+30,1%). Entre os maiores percentuais de aumento, vale citar ainda a batata, com 127%, alcançando R$ 520,3 milhões.

Dos 19 itens pesquisados pelo Ministério da Agricultura, Goiás aparece entre os dez maiores VBPs em 17 deles. Para citar alguns exemplos, segundo as projeções, teremos este ano o maior VBP do país em tomate, o segundo maior em soja e os terceiros maiores em bovinos, cana, feijão e algodão”, enumera o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tiago Mendonça.

“Estes dados só reforçam a relevância da produção goiana para o desempenho do setor como um todo e a atenção que o Estado, por determinação do governador Ronaldo Caiado, tem dado ao setor agropecuário. São políticas públicas que impactam diretamente no campo, possibilitando ganhos do pequeno ao grande produtor”, destaca.

A projeção para o VBP da pecuária goiana é de R$ 31,8 bilhões, recuo de 8,2% na comparação com o ano anterior. Os bovinos respondem pela maior parcela do Valor Bruto da Produção do segmento, com R$ 16,8 bilhões (-4,3%); seguidos por frangos, R$ 7,9 bilhões (-10,7%); leite, R$ 4,9 bilhões (-15,8%); suínos, R$ 1,1 bilhão (-13,4%); e ovos, R$ 1,0 bilhão (-4,9%).

O VBP da pecuária nacional também tem estimativa de queda (-6,4%) e deve ficar em R$ 362,6 bilhões. Ainda de acordo com o Mapa, Goiás deve responder por 8,8% do VBP da pecuária nacional.

Saiba mais
O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. É calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária, e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país, para os produtos agropecuários brasileiros mais destacados. O valor real da produção, descontada a inflação, é obtido pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) da Fundação Getúlio Vargas. A periodicidade é mensal.

Comunicação Setorial da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa)

Fonte: Governo GO

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TCE aprova gestão patrimonial do Governo de Goiás sem recomendações

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O Tribunal de Contas do Estado (TCE) emitiu, na última terça-feira (28/6), parecer prévio pela aprovação do Balanço Geral do Estado de Goiás referente ao ano de 2021. As ações desenvolvidas pela área responsável pelo patrimônio estadual, unidade vinculada à Secretaria da Administração (Sead), contribuíram para a decisão do órgão fiscalizador. Pela primeira vez em 21 anos, a Corte não apresentou determinação ou recomendação relacionada à gestão patrimonial dos bens públicos.

O resultado evidencia a boa atuação da Superintendência Central de Patrimônio na gestão responsável do patrimônio público. No parecer, o Tribunal reconheceu “o posicionamento da unidade especializada, considerando ter sido verificado o comprometimento dos responsáveis envolvidos”. A Corte ressaltou ainda que “vem acompanhando a evolução das medidas inerentes à necessária conciliação entre os inventários realizados e a realizar, com os respectivos registros contábeis patrimoniais do Estado. Em 2021, foi possível constatar o aprimoramento da gestão patrimonial do Estado na direção estabelecida pelos institutos legais e normativos pertinentes”.

O Programa Inventário envolve a contagem de todos os bens móveis e imóveis do Estado. Na primeira edição do programa, a atual gestão identificou o descaso com o qual o setor era tratado. À época, mais de 25% dos bens móveis do inventário de 2019 não foram encontrados. A realidade hoje é outra. A equipe da Sead atuou para sanar as irregularidades, corrigindo e atualizando essa documentação, hoje com 1.610.894 bens móveis e 4.654 bens imóveis.

Titular da Sead, Bruno D’Abadia avaliou que o parecer do TCE reflete uma mudança de cultura na gestão, que vai muito além do cumprimento formal de uma obrigação. “Nós conseguimos garantir aquilo que é princípio norteador de uma boa administração: o respeito à coisa pública, o zelo com o patrimônio de todos os goianos”, pontuou.

Fonte: Governo GO

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