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Divulgado plano de mobilização de leitos para covid-19

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A Secretaria de Saúde apresentou, na tarde desta sexta-feira (14), o plano de mobilização de leitos para o enfrentamento à pandemia de covid-19. Serão sete fases de mobilização, a serem ativadas de acordo com o aumento da demanda.

“Esse plano vinha sendo preparado pelos nossos técnicos para que em momento nenhum a gente tivesse dificuldades”, afirmou, na entrevista coletiva, o secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

A primeira foi ativada nesta sexta-feira e já disponibiliza dez leitos de UTI no Hospital Regional de Samambaia. Outros dez leitos serão abertos na quarta-feira (19). Se necessário, serão ofertados até 217 leitos de UTI na rede pública, além de 133 contratados na rede privada.

“Esse plano vinha sendo preparado pelos nossos técnicos para que em momento nenhum a gente tivesse dificuldades”, afirmou o secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache. Presente na coletiva, o governador em exercício, Paco Britto, destacou também a importância de a população atentar para as medidas de prevenção, como o uso de máscaras, a manutenção do distanciamento social e da etiqueta respiratória.

De acordo com o secretário-adjunto de Assistência à Saúde da SES-DF, Fernando Erick Damasceno, o plano possibilitará o atendimento aos pacientes com covid-19 sem haver a descontinuidade da prestação de outros serviços. “Temos um sistema de saúde preparado para o cenário que está por vir”, reforçou.

A segunda fase da mobilização de leitos de UTI envolve 10 unidades do Hospital Regional de Ceilândia. A terceira fase contempla oito leitos do Hospital Regional de Sobradinho. A quarta fase prevê 20 leitos do Hospital Regional do Gama. A fase cinco poderá disponibilizar 20 leitos do Hospital Regional da Asa Norte e a fase seis, até 40 leitos do Hospital Regional de Santa Maria. Se necessário, a fase sete deverá ser acionada, com o uso de 60 leitos do Hospital da Polícia Militar.

Na rede privada, a Secretaria de Saúde contratou vagas de UTI nos hospitais Daher (40), Domed (19), Santa Marta (9), Home (25), São Mateus (20) e São Francisco (10). Há também cinco leitos de UTI neonatal no Hospital Santa Marta e cinco no Hospital São Francisco.

Em termos de Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) poderão ser até mais 50 leitos adicionais, em três fases de mobilização. Já na enfermaria para covid-19 podem ser disponibilizadas 60 vagas no Hospital Acoplado de Ceilândia (fase 1), 30 no Hospital Acoplado de Sobradinho (fase 2), 40 no Hospital da Cidade do Sol (fase 3) e 20 contratados no Hospital da Polícia Militar (20).

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Governo DF

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Praça do Gavião, no Cruzeiro, vai ganhar novo campo sintético

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O GDF iniciou um amplo projeto de recuperação da Praça Gavião, no Cruzeiro Velho, localizada na quadra 5. Inicialmente está sendo construído um campo sintético, que deve ficar pronto ainda este mês. O valor do investimento para essa ação é de R$ 650 mil, verba executada por meio de emenda parlamentar do distrital Reginaldo Sardinha.

Na sequência, serão construídas ainda duas quadras de areia, diversificando as modalidades de práticas esportivas na cidade. O custo desses dois espaços é de quase R$ 140 mil.

A primeira fase do projeto, a construção da base do campo, já foi finalizada. Agora é só esperar a execução da segunda parte, que consiste na colocação do tapete, além da montagem dos alambrados e arquibancadas| Foto: Lucio Bernardo Jr./Agência Brasília

“Antes existia uma quadra de futebol comum ali mas, a partir de demanda da população, optamos em construir um campo sintético”, conta Kleyce Oliveira Silva, chefe de gabinete da Administração Regional do Cruzeiro. “Assim que terminar a construção do campo sintético, começam as obras das quadras de areia. Priorizamos as demandas do Cruzeiro Velho, que sempre ficaram à mercê das ações em relação ao Cruzeiro Novo”, diz.

“Estamos construindo e reformando dez campos sintéticos em todo o DF, esse do Cruzeiro é um deles e faz parte de um amplo projeto de democratização dos espaços esportivos da cidade”Gisele Ferreira, secretária de Esportes e Lazer

O campo society mede 880 metros quadrados. Ao todo, 20 homens trabalham nessa obra que receberá, em média, até 100 pessoas por final de semana. A primeira fase do projeto, a construção da base do campo, já foi finalizada. Agora é só esperar a execução da segunda parte da empreitada, que consiste na colocação do tapete, além da montagem dos alambrados e arquibancadas.

A obra faz parte de um pacote de iniciativas do Governo do Distrito Federal para, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, atender as demandas da população nas áreas de lazer e práticas esportivas. Além do Cruzeiro, Taguatinga, Ceilândia, Riacho Fundo II, Recanto das Emas, Gama, Sobradinho II e Planaltina vão ganhar ou terão seus campos sintéticos recuperados.

“Essa segunda da fase da obra é mais rápida, fica pronta, no máximo, em uma semana”, explica Ozeias de Paulo Marques, chefe da Assessoria de Obras e Infraestrutura da Secretaria de Esportes. “Estamos construindo e reformando dez campos sintéticos em todo o DF, esse do Cruzeiro é um deles e faz parte de um amplo projeto de democratização dos espaços esportivos da cidade”, destaca a secretária de Esporte e Lazer, Gisele Ferreira.

“Agora vai ficar ótimo, é um resgate importante, trazendo de volta um lugar bastante usado pelos jovens”, elogia a advogada Marcela Moraes, moradora da região | Foto: Lucio Bernardo Jr./Agência Brasília

Moradora há mais seis anos do setor, a advogada Marcela Moraes, 40 anos, acha a iniciativa do GDF de reformar o antigo campo society excelente . Sobretudo porque potencializa as práticas esportivas entre os jovens. “Aqui funcionava uma escolinha particular de futebol que parou porque as condições do lugar estavam péssimas, com tudo solto, bem ruim mesmo”, conta. “Agora vai ficar ótimo, é um resgate importante, trazendo de volta um lugar bastante usado pelos jovens”, emenda.

Funcionário público aposentado, Eder Jorge, 53, mora há cinco anos no Cruzeiro. Ele garante que a recuperação de toda a praça, um espaço cativo na região, mexe com a autoestima da população. “Ninguém gosta de ver a cidade suja, largada, com os espaços públicos abandonados”, observa. “O novo campo vai trazer alegria e mais vida para o local, assim como os outros novos espaços”, defende.

Fonte: Governo DF

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