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Consulta pública para o Plano Distrital de Habitação de Interesse Social

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“Esse trabalho foi baseado em dados estatísticos que coletamos ao longo de anos. Fizemos questão de apresentá-lo ao Conplan antes de abrir para consulta pública, que será iniciada na próxima terça-feira (30)”Giselle Moll, secretária executiva de Planejamento e Preservação

Uma consulta pública será aberta, na próxima terça-feira (30), para a população fazer sugestões à proposta de um novo decreto do Plano Distrital de Habitação de Interesse Social (Plandhis), elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) para reduzir o déficit habitacional no Distrito Federal.

A pasta informou a data nesta quinta-feira (25), em uma reunião virtual com o Conselho de Planejamento Territorial Urbano do Distrito Federal (Conplan). O objetivo foi apresentar aos conselheiros os detalhes sobre o novo Plano Distrital, que foi debatido ao longo de três anos na Câmara Técnica do Plandhis, até ser consolidado no final de outubro.

“Esse trabalho foi baseado em dados estatísticos que coletamos ao longo de anos. Fizemos questão de apresentá-lo ao Conplan antes de abrir para consulta pública, que será iniciada na próxima terça-feira (30)”, informou a secretária executiva de Planejamento e Preservação da Seduh, Giselle Moll.

Imagem: Divulgação/Seduh

Na ocasião, a secretária executiva também explicou aos conselheiros a importância do plano distrital para o futuro do DF. “O Plandhis, como um todo, busca atender a enorme demanda por habitação, que hoje, no Distrito Federal, remonta a 108 mil unidades habitacionais, das quais grande parte é para habitação de baixa renda”, afirmou.

Presente na reunião, o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira, parabenizou a equipe da Seduh pela condução do trabalho e destacou que a elaboração da proposta é resultado de um esforço conjunto do governo com a sociedade civil.

“Vocês estão de parabéns. Esse é um fechamento de um ciclo gigantesco e complexo. É uma alegria ter novos instrumentos inseridos no projeto, como a locação social. É um avanço enorme”Gabriela Tenório, representante da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UnB

“As discussões foram amplas ao longo dos últimos anos. Nos próximos dias estaremos providenciando a publicação da consulta pública dessa minuta de decreto, que terá um prazo para receber as contribuições da sociedade como um todo”, ressaltou Mateus Oliveira.

A consulta pública ficará aberta por 15 dias. Uma vez concluída, será feita uma nova revisão para avaliar as contribuições recebidas. Depois dos ajustes técnicos, o documento será encaminhado ao governador, para a sua aprovação por decreto.

Locação social

O Plandhis traz o que há de mais inovador na política de habitação de interesse social, com propostas como a locação social. A iniciativa permite o aluguel, pelo Governo do Distrito Federal (GDF), de imóveis inabitados para população em situação de vulnerabilidade, mulheres vítimas de violência doméstica e pessoas em situação de rua com saúde mental debilitada.

A proposta foi elogiada pelos conselheiros ao longo da apresentação. “Vocês estão de parabéns. Esse é um fechamento de um ciclo gigantesco e complexo. É uma alegria ter novos instrumentos inseridos no projeto, como a locação social. É um avanço enorme”, comentou a conselheira Gabriela Tenório, representante da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (FAU-UnB).

“Essa é uma demanda muito importante, quando se fala em qualidade de vida e transformar Brasília em um local que inclua as pessoas. Esse esforço vai ser um legado importante”, elogiou a conselheira Maria Sílvia Rossi, representante da Secretaria de Meio Ambiente (Sema).

Também foram mostradas informações do plano sobre os mecanismos de gestão participativa, como a criação de instrumentos de monitoramento da política habitacional, para facilitar a análise de dados; e a metodologia para mensurar a qualidade do provimento de habitação de interesse social.

*Com informações da Seduh

Fonte: Governo DF

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Vice-governador Paco Britto é homenageado pela Assespro

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O vice-governador Paco Britto foi homenageado com troféu, na noite desta quarta-feira (1°), durante solenidade comemorativa aos 45 anos da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro). O evento, realizado no Centro Empresarial de Brasília, reuniu cerca de 150 convidados, entre empresários, parlamentares, secretários e dirigentes do setor de TI de todo o Brasil.

Distrito Federal é o terceiro maior mercado de TI do Brasil – são cerca de 30,3 mil vagas nas áreas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) | Foto: Jaqueline Husni/Agência Brasília

Com mais de 2,5 mil empresas associadas em todos os estados do Brasil e com regionais em 13 estados da federação, a associação é a mais antiga – foi fundada em 1976, com sede em Brasília – e tem a maior representatividade em âmbito nacional referente às empresas brasileiras do setor – principalmente, em relação às pequenas e médias empresas.

No discurso, Paco Britto comentou sobre o mercado promissor de Tecnologia da Informação (TI) no Distrito Federal. “Brasília é um celeiro de novas empresas de TI. Já é uma realidade. O governo Ibaneis Rocha e Paco Britto tem um olhar especial para a TI do Distrito Federal”, frisou, dirigindo-se ao vice-presidente de Articulação Política da Federação Assespro, Cristian Tadeu, presente à cerimônia.

Redução de alíquotas

Paco ressaltou ainda sobre a redução de alíquotas praticada nesta gestão. “Eu tive a oportunidade de anunciar a redução, no primeiro ano de governo, das alíquotas, para que pudéssemos ficar competitivos junto a outros estados”, lembrou, acrescentando que as entidades que representam essa “população de trabalhadores é uma grande máquina de arrecadação de tributos para o Governo do Distrito Federal”.

Para o presidente da Federação Assespro, Ítalo Nogueira, um dos principais desafios do setor nos próximos anos é a falta de profissionais no setor, agravada ainda mais durante o período da pandemia de covid-19.

Segundo o Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal (Sinfor/DF), o Distrito Federal é o terceiro maior mercado de TI do Brasil – são cerca de 30,3 mil vagas nas áreas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Ainda de acordo com o sindicato, durante a pandemia, foram abertas por volta de 2 mil empresas de informática e de TI. Mas apesar do crescente número de vagas disponíveis, ainda há falta de mão de obra qualificada para atender ao mercado.

Fato este que foi corroborado por Cristian durante a leitura de um manifesto, para marcar a data comemorativa da Assespro. O teor do documento foi resultado de uma reunião do Conselho de Administração, realizada na manhã desta quarta-feira (1°), em defesa de políticas públicas que evitem o apagão de mão de obra do setor. “O momento exige união para evitar o apagão tecnológico”, resumiu.

Também foi citada nos discursos, pelos dirigentes, a competitividade tecnológica do país, bem como a geração e preenchimento de empregos de qualidade. Ao longo dessas quatro décadas, a entidade vem defendendo os interesses das empresas nacionais e a indústria nacional da Tecnologia da Informação.

Integração

Representante do setor junto aos governos municipais, estaduais e federal, bem como a sociedade, e perante as instituições de ensino, a Assespro tem o objetivo de integrar a comunidade acadêmica com a empresarial e contribuir para formação de pessoal capacitado para as demandas do mercado.

A Assespro foi criada com o intuito de representar de forma distinta e empreendedora, empresas privadas nacionais produtoras e desenvolvedoras de software, produtos e serviços de tecnologia da informação, telecomunicações e internet.

Com informações da Assespro

Fonte: Governo DF

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