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Começou a segunda divisão do Candangão em Brasília

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Começou no fim de semana a segunda divisão do Campeonato de Futebol do Distrito Federal 2021, com a participação de dez clubes que brigam dentro de campo por duas vagas para a elite do futebol candango do próximo ano.

Divididos em dois grupos, os times se enfrentam em turno único, dentro das suas próprias chaves, classificando os dois melhores de cada uma para as semifinais | Foto: Bruno Batista/Brasília FC

Participam desta edição Bolamense, Brasília, Ceilandense, Brazlândia, ARUC, Cruzeiro-DF, Legião, Paranoá, Planaltina e SESP/Taguatinga. A Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) está acompanhando presencialmente as partidas como forma de apoiar a iniciativa.

“Dentro do nosso propósito de democratizar a prática esportiva em toda a capital federal, apoiamos a realização da segunda divisão do Candangão, que fomenta essa modalidade, a mais popular em nosso país”Giselle Ferreira, secretária de Esporte e Lazer

Divididos em dois grupos, os times se enfrentam em turno único, dentro das suas próprias chaves, classificando os dois melhores de cada uma para as semifinais.

Na etapa seguinte o chaveamento se organizará da seguinte forma: o primeiro do grupo A joga contra o segundo do grupo B e o primeiro do grupo B disputa contra o segundo do grupo A, em partidas de ida e volta, classificando os dois finalistas. A final, que ocorrerá em um estádio a ser confirmado, ocorrerá em 24 de outubro.

“Dentro do nosso propósito de democratizar a prática esportiva em toda a capital federal, apoiamos a realização da segunda divisão do Candangão, que fomenta essa modalidade, a mais popular em nosso país. Desejamos uma temporada muito rica para todos os nossos clubes envolvidos, com um campeonato bem disputado e sem ocorrências”, avalia a secretária de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira.

Na primeira rodada de embates o Ceilandense marcou quatro gols em cima do SESP/Taguatinga e o Brasília fez três no time do Cruzeiro Futebol Clube. O Grêmio Esportivo Brazlândia também balançou três vezes a rede do Aruc. Já a partida entre Planaltina e Paranoá terminou em zero a zero.

O presidente da Federação de Futebol do Distrito Federal, Daniel Vasconcelos, explica como estão sendo os preparativos: “A cada ano, nós, da federação, buscamos aprimorar nossas competições, tanto em relação à qualidade, quanto à organização”, afirma.

“A Segunda Divisão é a nossa segunda maior disputa, em se tratando de profissional. Deste modo, a nossa expectativa é que tenhamos, como de costume, desde que assumimos, um campeonato de alto nível, sem maiores ocorrências negativas, para darmos maior tranquilidade para os clubes buscarem seus objetivos”, comentou o presidente.

*Com informações da Secretaria de Esporte e Lazer

Fonte: Governo DF

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Novembro vem aí e traz mais empregos

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Entre os segmentos em destaque, o do comércio teve crescimento de 7,6%, contribuindo para o aumento da população economicamente ativa em setembro de 2021 | Foto: Arquivo Agência Brasília

O ingresso de 10 mil novos trabalhadores no serviço público foi um dos fatores que puxaram a economia local no último ano. Os setores de serviços, comércio e construção civil também contribuíram para que, mais uma vez, o Distrito Federal registrasse queda no número de desempregados.

A constatação é da última Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), apresentada pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), na manhã desta terça-feira (26), durante live nas redes sociais.

“Tivemos uma queda de quatro pontos percentuais na taxa de desemprego desde o auge da pandemia, um dado muito positivo. Além do mais, com a ampliação da vacinação, a tendência é de que a taxa de desemprego continue diminuindo”Jean Lima, presidente da Codeplan

O estudo mostra que, entre setembro de 2020 e o mesmo mês de 2021, os índices de desemprego passaram de 18,4% para 17,7%. Além do segmento da administração pública, que cresceu 5,8%, o da construção civil registrou aumento de 10,8% no número de contratações e do comércio e do setor reparação, de 7,6%.

A PED mostrou ainda que o número de assalariados, que foi de 1,2 milhão, em 12 meses pulou para 1,3 milhão. Já a população economicamente ativa passou de 1,5 milhão, em setembro de 2020, para 1,6 milhão em 2021.

A perspectiva é que o cenário melhore ainda mais nos próximos meses. “Tivemos uma queda de quatro pontos percentuais na taxa de desemprego desde o auge da pandemia, um dado muito positivo. Além do mais, com a ampliação da vacinação, a tendência é de que a taxa de desemprego continue diminuindo”, explicou o presidente da Codeplan, Jean Lima.

“Essa tendência de crescimento da ocupação no DF deve se manter nos próximos meses, período de sazonalidade positiva do mercado de trabalho tanto em outubro, por conta do Dia da Criança, quanto em dezembro, pelas festas de fim de ano”Jusçânio Umbelino de Souza, gerente de Pesquisas Socioeconômicas da Codeplan

A PED aponta para um movimento de recuperação mais significativo do mercado de trabalho local, com redução da taxa de desemprego total, resultante do expressivo aumento do nível ocupacional em praticamente todos os setores da economia do DF.

“Essa tendência de crescimento da ocupação no DF deve se manter nos próximos meses, período de sazonalidade positiva do mercado de trabalho tanto em outubro, por conta do Dia da Criança, quanto em dezembro, pelas festas de fim de ano”, esclareceu Jusçânio Umbelino de Souza, gerente de Pesquisas Socioeconômicas da Codeplan.

Para o secretário de Trabalho, Thales Mendes, a redução do desemprego ainda é pequena, mas faz parte do processo de reaquecimento da economia e mostra tendência de melhoria. “Com a proximidade do final do ano, as empresas se preparam para mais contratações que, mesmo que sejam temporárias, proporcionam aquecimento na economia no segundo semestre. Como consequência, há uma redução ainda maior da taxa de desemprego”, aposta.

14 mil novos empregos

O estudo da Codeplan – realizado em parceria com o Dieese – mostra ainda que a inserção no mercado de trabalho também teve destaque entre profissionais sem carteira assinada no setor privado (6,5% ou 6 mil pessoas) e empregados domésticos (3,4% ou 3 mil novos contratos). No período de 12 meses, o quantitativo de desempregados diminuiu, devido ao acréscimo de 14 mil postos de ocupação, que superaram a entrada de 7 mil pessoas no mercado de trabalho.

*Com informações da Codeplan-DF

Fonte: Governo DF

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