Política

“Buscamos a direção do Ipasgo, mas não há reciprocidade”, reclama presidente de sindicato

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Ao fazer uso da palavra, durante audiência que discute os valores percebidos pelos odontólogos credenciados ao Instituto de Assistência dos Servidores Públicos de Goiás (Ipasgo), o presidente do Sindicato dos Odontologistas no Estado de Goiás (SOE-GO), José Augusto Milhomem da Mota, cumprimentou o deputado propositor do evento, Thiago Albernaz (MDB), e teceu observações sobre o assunto.

José Augusto disse que a luta do sindicato com o Ipasgo, tanto para conseguir avanços na questão da resolutividade dos tratamentos, quanto na remuneração do profissional, é muito longa. “E confesso que não temos tido muitos avanços nos últimos anos. Nas conversas com os presidentes que por lá passam, sempre temos o mesmo retorno inerte. Estamos por seis anos sem reajustes e recebendo após seis meses do tratamento. Apesar disso, nunca deixamos de atender”, destaca.

O presidente expõe que, apesar da dedicação por parte dos odontólogos, da parte do Ipasgo não acontece a reciprocidade. “Chegamos a um ponto em que essa situação precisa ser discutida. Questiono o presidente sobre aonde iremos parar com isso e digo que precisamos evoluir. A odontologia consome menos de 5% do orçamento do instituto. Temos uma carga de cobrança que não se justifica. Não damos conta de trabalhar da forma como está, e precisamos de um novo norte”, aponta José Augusto.

A audiência ocorre na sala das comissões do Palácio Maguito Vilela. 

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Jeferson Rodrigues quer alterar lei para que pagamento via Pix seja aceito em pedágios

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Tramita na Casa de Leis goiana o projeto nº 10225/22, de autoria do deputado Jeferson Rodrigues (Republicanos), que altera a Lei n° 19.999, de 2 de fevereiro de 2018, que trata sobre as formas de pagamento em praças de pedágio.

A intenção da mudança é fazer com que o art. 7° da lei citada passe a vigorar com o acréscimo da seguinte redação: “São direitos e obrigações do usuário: I – receber serviços adequados, através de melhorias nos sistemas viários mediante rodovias que garantam o transporte eficiente, seguro, com fluidez, conforto e oferta de serviços de atendimento ao usuário que contemplem atendimentos de urgência e emergência através de guinchos, socorro mecânico, telefone, atendimento médico e pontos de parada e apoio”.

Para Jeferson, os meios de pagamento digitais têm ampla aceitação. “Diante disso, levanta-se um grande problema comum em nossas rodovias ao longo do país: a escassez no oferecimento de alternativas para que os motoristas possam pagar pelos acessos às rodovias que possuem praças de pedágio. Essa escassez faz com que os motoristas posteriormente necessitem, em um curto prazo, realizar um moroso procedimento burocrático, que é mais oneroso que a própria taxa do pedágio, tudo isso somente para regularizar esse acesso, sob pena de que sofram as graves penas da evasão de pedágio”, afirmou.

Dessa forma, ele explica que a modificação da lei não traz nenhuma onerosidade a mais para as concessionárias. “Facilita o pagamento do serviço, faz com que as filas andem mais rapidamente e evita que se dispenda tempo e dinheiro para o recebimento de dinheiro em espécie ou mesmo em maquininhas de cartão que cobram altas taxas”, disse ainda.

Jeferson explica também que o projeto se adequa às demais legislações federais, principalmente, a do artigo 39 do Código do Consumidor, que proíbe a recusa do recebimento do pagamento do cliente em dinheiro, desde que seja a moeda local. “Assim, o Pix nada mais é do que este método de pagamento colocado de maneira eletrônica, sem qualquer custo para ambas as partes envolvidas.”.

A proposta foi recebida na Comissão de Constituição, Justiça e Redação, onde foi apensada ao projeto nº 10119/22, de teor semelhante.

Fonte: Assembleia Legislativa de GO

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