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Assistência para religiões de matrizes africanas

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O governador Ibaneis Rocha recebeu, nesta quinta-feira (16), representantes de religiões de matrizes africanas para debater a reforma da Praça dos Orixás – próxima à Ponte Costa e Silva – ; a atualização e regularização dos terreiros; além do registro desses locais como patrimônio cultural.

“Precisamos manter um ambiente de boa convivência entre todas as religiões no Distrito Federal. Sempre estaremos de portas abertas para receber todos os representantes”Governador Ibaneis Rocha

O encontro ocorreu no Palácio do Buriti com a participação dos secretários de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues, e de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.

“Precisamos manter um ambiente de boa convivência entre todas as religiões no Distrito Federal. Sempre estaremos de portas abertas para receber todos os representantes”, destacou o chefe do Executivo. “O governo reconhece o trabalho social e cultural dessas entidades, o que é de extrema importância para a população capital”, completou.

O secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues, explicou que houve perda total de uma das esculturas das divindades africanas da Praça dos Orixás – que amanheceu incendiada em 26 de agosto deste ano. “Estamos fazendo um levantamento das outras que estão danificadas para sabermos o que precisa ser reformado e debater com o autor da obra”, comentou.

A reforma da Praça dos Orixás, a regularização dos terreiros e o registro deles como patrimônio cultural foram os pontos tratados na reunião entre Ibaneis Rocha e os representantes religiosos | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

“O governador se comprometeu a dar agilidade ao processo que está na Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) e, pessoalmente, vai se encarregar de iniciar a licitação junto à Novacap (Companhia Urbanizadora da Nova Capital)”, informou Bartolomeu Rodrigues.

“O mapeamento dos terreiros é importante para fomentarmos políticas públicas. Também já temos um grupo de trabalho formado para a questão da regularização fundiária com várias secretarias de governo”Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania

“Já estamos realizando o processo de registro de patrimônio dos terreiros para fazer o tombamento desses espaços. É um pouco lento porque há ritos que podem durar anos, mas estamos empenhados em dar o registro do pré-tombamento que já garante a preservação do local”, adiantou.

Com relação ao mapeamento desses espaços, a Secretaria de Justiça e Cidadania também está envolvida no processo. “É importante para fomentarmos políticas públicas. Também já temos um grupo de trabalho formado para a questão da regularização fundiária com várias secretarias de governo. Hoje foi um encontro de alinhamento e respeito que a religião de matriz africana, assim como todas as outras, merece e tem direito”, ressaltou a titular da pasta, Marcela Passamani.

Depredação

O governador Ibaneis Rocha visitou a Praça dos Orixás dois dias depois da depredação. Na ocasião, ele repudiou a ação. O caso está sendo investigado como intolerância religiosa pela Polícia Civil do DF (PCDF). A Praça dos Orixás tem 16 estátuas que representam as divindades africanas. Elas foram feitas pelo artista baiano Tatti Moreno e são similares às que flutuam no Dique do Tororó, em Salvador.

No ano-novo de 2015, a estátua de Oxalá também foi queimada e, atualmente, uma roupa feita de TNT esconde os estragos na escultura. “O governador abriu os braços e nos recebeu com muito carinho. Ele conhece nosso segmento e vai dar um encaminhamento com muito cuidado e atenção. O nosso povo cobra essa devolutiva, já são 500 anos de luta”, afirmou um dos representantes de religiões de matrizes africanas que participou da reunião desta quinta (16), Baba Joel.

Fonte: Governo DF

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Vice-governador Paco Britto é homenageado pela Assespro

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O vice-governador Paco Britto foi homenageado com troféu, na noite desta quarta-feira (1°), durante solenidade comemorativa aos 45 anos da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro). O evento, realizado no Centro Empresarial de Brasília, reuniu cerca de 150 convidados, entre empresários, parlamentares, secretários e dirigentes do setor de TI de todo o Brasil.

Distrito Federal é o terceiro maior mercado de TI do Brasil – são cerca de 30,3 mil vagas nas áreas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) | Foto: Jaqueline Husni/Agência Brasília

Com mais de 2,5 mil empresas associadas em todos os estados do Brasil e com regionais em 13 estados da federação, a associação é a mais antiga – foi fundada em 1976, com sede em Brasília – e tem a maior representatividade em âmbito nacional referente às empresas brasileiras do setor – principalmente, em relação às pequenas e médias empresas.

No discurso, Paco Britto comentou sobre o mercado promissor de Tecnologia da Informação (TI) no Distrito Federal. “Brasília é um celeiro de novas empresas de TI. Já é uma realidade. O governo Ibaneis Rocha e Paco Britto tem um olhar especial para a TI do Distrito Federal”, frisou, dirigindo-se ao vice-presidente de Articulação Política da Federação Assespro, Cristian Tadeu, presente à cerimônia.

Redução de alíquotas

Paco ressaltou ainda sobre a redução de alíquotas praticada nesta gestão. “Eu tive a oportunidade de anunciar a redução, no primeiro ano de governo, das alíquotas, para que pudéssemos ficar competitivos junto a outros estados”, lembrou, acrescentando que as entidades que representam essa “população de trabalhadores é uma grande máquina de arrecadação de tributos para o Governo do Distrito Federal”.

Para o presidente da Federação Assespro, Ítalo Nogueira, um dos principais desafios do setor nos próximos anos é a falta de profissionais no setor, agravada ainda mais durante o período da pandemia de covid-19.

Segundo o Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal (Sinfor/DF), o Distrito Federal é o terceiro maior mercado de TI do Brasil – são cerca de 30,3 mil vagas nas áreas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Ainda de acordo com o sindicato, durante a pandemia, foram abertas por volta de 2 mil empresas de informática e de TI. Mas apesar do crescente número de vagas disponíveis, ainda há falta de mão de obra qualificada para atender ao mercado.

Fato este que foi corroborado por Cristian durante a leitura de um manifesto, para marcar a data comemorativa da Assespro. O teor do documento foi resultado de uma reunião do Conselho de Administração, realizada na manhã desta quarta-feira (1°), em defesa de políticas públicas que evitem o apagão de mão de obra do setor. “O momento exige união para evitar o apagão tecnológico”, resumiu.

Também foi citada nos discursos, pelos dirigentes, a competitividade tecnológica do país, bem como a geração e preenchimento de empregos de qualidade. Ao longo dessas quatro décadas, a entidade vem defendendo os interesses das empresas nacionais e a indústria nacional da Tecnologia da Informação.

Integração

Representante do setor junto aos governos municipais, estaduais e federal, bem como a sociedade, e perante as instituições de ensino, a Assespro tem o objetivo de integrar a comunidade acadêmica com a empresarial e contribuir para formação de pessoal capacitado para as demandas do mercado.

A Assespro foi criada com o intuito de representar de forma distinta e empreendedora, empresas privadas nacionais produtoras e desenvolvedoras de software, produtos e serviços de tecnologia da informação, telecomunicações e internet.

Com informações da Assespro

Fonte: Governo DF

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